Miolo retira do mar o primeiro lote de espumante brasileiro envelhecido em cave submersa

A vinícola Miolo anuncia a retirada histórica do primeiro lote de um espumante brasileiro envelhecido em cave submersa. A empresa é a primeira e única do Brasil a utilizar o método.

A operação foi realizada no dia 12 de outubro, 12 meses após a imersão das garrafas do espumante Miolo Cuvée Brut no mar da região de Bretagne, na França. Os rótulos vão chegar aos mercados brasileiro e europeu ainda este ano, em edição especial e limitada.

“No Brasil e na Europa há grandes expectativas em relação à retirada das garrafas do mar. Estamos nos aproximando do final do ano, um momento expressivo para as vendas de espumantes e, sem dúvida, apreciadores e colecionadores vão querer ter em suas adegas e comemorações o primeiro produto brasileiro envelhecido em cave submersa”, comemora Adriano Miolo, superintendente do grupo.

Estrategicamente mergulhadas na ilha de Ouessant, na região conhecida como Baie du Stiff, as garrafas do Miolo Cuvée Tradition Brut foram mantidas em contato com as temperaturas

A vinícola Miolo anuncia a retirada histórica do primeiro lote de um espumante brasileiro envelhecido em cave submersa. A empresa é a primeira e única do Brasil a utilizar o método.

A operação foi realizada no dia 12 de outubro, 12 meses após a imersão das garrafas do espumante Miolo Cuvée Brut no mar da região de Bretagne, na França. Os rótulos vão chegar aos mercados brasileiro e europeu ainda este ano, em edição especial e limitada.

“No Brasil e na Europa há grandes expectativas em relação à retirada das garrafas do mar. Estamos nos aproximando do final do ano, um momento expressivo para as vendas de espumantes e, sem dúvida, apreciadores e colecionadores vão querer ter em suas adegas e comemorações o primeiro produto brasileiro envelhecido em cave submersa”, comemora Adriano Miolo, superintendente do grupo.

Estrategicamente mergulhadas na ilha de Ouessant, na região conhecida como Baie du Stiff, as garrafas do Miolo Cuvée Tradition Brut foram mantidas em contato com as temperaturas

do mar (entre 11 e 13 °C). A cave submarina cria condições ideais para o envelhecimento de vinhos: escuridão, umidade total, temperatura e pressão constante.

De acordo com Adriano, os efeitos da conservação dos espumantes no fundo do mar são observados em testes laboratoriais e degustações. Um rótulo submerso apresenta até 10 vezes mais compostos moleculares do que o envelhecido aos moldes tradicionais; esses compostos são responsáveis pela formação dos aromas e da complexidade da bebida. Em provas às cegas, os resultados indicam a qualidade do método: os espumantes apresentam sabor mais rico e floral, complexidade, frescor e apuradas notas de manteiga e castanha.

Novos lotes em 2018

Em 2018 será possível apreciar os resultados do envelhecimento de outro espumante Miolo em cave submersa: o Miolo Cuvée Tradition Brut Rosé, em edição ainda mais limitada. Um pequeno lote do produto repousa no mar de Bretagne desde junho deste ano e deve permanecer ali durante 12 meses. Um segundo lote do Miolo Cuvée Tradition Brut também foi submerso em junho e chega ao mercado no ano que vem.

Os rótulos da linha Miolo Cuvée Tradition são elaborados no Vale dos Vinhedos (RS) com uvas Chardonnay e Pinot Noir pelo Método Tradicional, com fermentação na própria garrafa; o processo é o mesmo utilizado pelas maisons francesas para a elaboração do Champagne.

Grupo Miolo

O Grupo Miolo possui projetos em 4 regiões do Brasil com vinhedos próprios: em Bento Gonçalves (RS), no Vale dos Vinhedos – Vinícola Miolo (100 hectares); em Candiota (RS), Campanha Meridional – Vinícola Seival (200 hectares); em Santana do Livramento (RS), Campanha Central – Vinícola Almadén (450 hectares); e em Casa Nova (BA), Vale do São Francisco – Vinícola Terranova (200 hectares).

FonteCH2A Comunicação

 

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